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terça-feira, 9 de novembro de 2010

1.º ANO DE MANDATO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SETÚBAL BALANÇO

1.º ANO DE MANDATO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SETÚBAL
BALANÇO

Após o decurso do primeiro ano de mandato da actual configuração da Câmara Municipal de Setúbal (CMS), os Vereadores do PS consideram necessário fazer uma análise ao 1.º ano de mandato.

Neste período de um ano acentuaram-se muitos dos problemas vividos pelos cidadãos, famílias e empresas Setubalenses.

Quando se esperava que a CMS tomasse medidas de apoio às famílias e empresas e adoptasse políticas sociais efectivas, a verdade é que nada disso aconteceu. O executivo CDU age como se as pessoas, o concelho e o país não estivessem a atravessar uma das maiores crises económicas e financeiras mundiais dos últimos 80 anos.

A modernização administrativa municipal é uma promessa adiada e os bloqueios burocráticos e custos económicos impostos às actividades das empresas aumentaram no último ano.
Apesar de todos os impostos e taxas municipais se situarem nos limites máximos que a lei permite, a situação financeira regista uma evolução preocupante, traduzida nomeadamente no aumento dos prazos de pagamento a fornecedores da CMS, causando-lhes óbvios prejuízos, dos constantes e significativos aumentos das despesas com pessoal e da manutenção e remuneração do passivo municipal.

No domínio da higiene e limpeza, após 7 anos passados sobre desmantelamento do sistema camarário, a CDU reconhece hoje o enorme erro cometido com a privatização de serviços. O problema é que essa constatação surgiu com 7 anos de atraso, com um rasto de expressivo desperdício financeiro e com os resultados de insalubridade e sujidade a que, infelizmente, os Setubalenses têm de fazer face.

Os problemas originados pela degradação profunda do centro histórico de Setúbal e da baixa comercial são o exemplo da inexistência de uma estratégia ou de medidas de trabalho conjunto com os parceiros na revitalização comercial e regeneração urbana de espaços públicos e privados.
Ao nível dos investimentos nos equipamentos educativos municipais salientamos, como nota positiva, a parceria de sucesso entre o Governo e a CMS. Contudo, temos de registar uma histórica incapacidade do executivo CDU na execução de projectos co-financiados por fundos comunitários e as possíveis implicações que essa incapacidade pode vir a ter nos projectos que exigem um papel de liderança e capacidade de execução da CMS – concretamente, na Regeneração Urbana da Bela Vista e no Plano de Intervenção e Valorização da Zona Ribeirinha de Setúbal, além do emblemático caso do Fórum Municipal Luísa Todi.

Outra das promessas feitas aos Setubalenses e ao Vitória reporta-se a construção do novo Estádio, tantas vezes prometida na comunicação social pela Presidente da CMS, e sobre o qual não temos nem visto ou ouvido qualquer justificação acerca do seu adiamento ou abandono.

A CDU continua a conformar-se com a perda de capacidade e perda de influência política deste Concelho no panorama regional e nacional.

A verdade é que após este balanço de mandato, sobre o último dos 9 anos que a CDU já leva na condução do executivo municipal, a CDU mantém a sua marca inconfundível de ausência de políticas consistentes e viradas para o futuro e optou por atrasar as grandes transformações de que o Concelho necessita.

Setúbal, 8 de Novembro de 2010

Os Vereadores.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Comunicado de Imprensa - Manuel Pisco

COMUNICADO DE IMPRENSA

“Vereadores do PS pediram parecer sobre a legalidade da situação de acumulação de funções do Presidente da Fundação Escola Profissional e Vereador, Manuel Pisco”

Os Vereadores do Partido Socialista solicitaram à Presidente da Câmara Municipal de Setúbal a elaboração de um parecer jurídico pelos serviços municipais acerca da legalidade do regime de tempos, fixação de funções, remuneração e regime de exercício de funções do Vereador Manuel Pisco.

No seguimento da renúncia ao mandato do Vereador Rui Higino, da CDU, os Vereadores do Partido Socialista foram informados que a renúncia referida implicaria a substituição, com acumulação de remunerações e funções executivas na Câmara Municipal e na Escola Profissional de Setúbal pelo agora Vereador Manuel Pisco.

Em termos políticos, esta substituição demonstra a falta de alternativas e o esgotamento do projecto político da CDU, ao recorrer a uma solução de acumulação de funções executivas – em funções com a dimensão e a complexidade dos pelouros da higiene e salubridade pública e de uma instituição com a dimensão e a complexidade da Escola Profissional de Setúbal. A CDU recupera assim uma figura política que já tinha desempenhado funções no pelouro dos recursos humanos da Câmara Municipal de Setúbal e que havia sido substituída anteriormente nas suas listas candidatas às autárquicas em 2005, em nome da suposta renovação da CDU.

Os Vereadores do PS pediram ainda que este parecer jurídico se pronunciasse sobre os indícios de conflito funcional entre as competências fiscalizadoras exercidas pela Câmara Municipal de Setúbal sobre o Conselho Directivo da Fundação Escola Profissional de Setúbal e sobre a acumulação

Setúbal, 11 de Agosto de 2010

Os Vereadores do PS

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

COMUNICADO DE IMPRENSA “Renúncia do Vereador da CDU na Câmara Municipal de Setúbal”

COMUNICADO DE IMPRENSA
“Renúncia do Vereador da CDU na Câmara Municipal de Setúbal”


Os Vereadores do Partido Socialista na Câmara Municipal de Setúbal consideram que a CDU, mais uma vez, mostrou a sua incapacidade política de garantir a estabilidade dos mandatos conferidos aos seus Vereadores nas últimas eleições autárquicas, com a renúncia do Vereador Rui Higino na sessão de Câmara de 4 de Agosto de 2010.

Curiosamente, esta renúncia ocorre no mesmo período em que os então Presidente Carlos Sousa e Vereador Aranha Figueiredo também renunciaram há 4 anos atrás. E esta renúncia ocorre também num clima de explicações vagas, à semelhança do que aconteceu há 4 anos atrás, poucos meses depois da tomada de posse desta equipa.

Esta renúncia ocorre, outra vez, no seio de uma força política que historicamente e de forma reincidente tem uma relação difícil com a estabilidade dos mandatos democráticos dos vereadores com pelouros atribuídos e com a confiança que os eleitores em si depositaram.

Esta renúncia demonstra a desorientação política generalizada do PCP na constituição dos seus executivos e na gestão das situações políticas, apesar da maioria absoluta obtida pela CDU nas eleições para a câmara municipal. Todos os Vereadores eleitos, da oposição às forças vencedora, têm o dever de dar explicações plausíveis sobre o abandono dos cargos para que foram eleitos.
Quem vence as eleições e exerce os pelouros atribuídos tem a especial responsabilidade de ter uma relação mais transparente com o eleitorado, particularmente porque exercem essas funções a tempo inteiro e até porque passaram poucos meses desde a entrada em funções deste Executivo CDU .

Os Vereadores do Partido Socialista notam apenas que este é um primeiro episódio de uma história que já todos os Setubalenses conhecem o desfecho.

Setúbal, 5 de Agosto de 2010

Os Vereadores do PS